UFOS E AS MISSÕES ESPACIAIS

Desde o início da corrida espacial nossos astronautas têm sido monitorados por UFOs. Qual a verdadeira história por trás disso?

No dia 20 de julho de 1969 a humanidade deu um passo gigantesco. Naquele dia, a Apollo 11 descia na Lua e o astronauta norte-americano Neil Armstrong tornava-se o primeiro homem a colocar os pés sobre o solo do satélite artificial da Terra. Ali se iniciava um dos maiores sonhos da espécie humana: a visita pessoal de um ser humano a outro corpo celeste, uma corrida em direção ao futuro e ao inimaginável. Essa jornada da Apollo 11, as viagens anteriores e posteriores – tanto norte-americanas quanto soviéticas, sendo que apenas os Estados Unidos colocaram seres humanos no solo lunar – foram grandes acontecimentos e constituem uma das maiores realizações de nossa civilização.

Mas o que não se diz, ou tenta se esconder ao máximo, é que mais uma vez nossos eternos “companheiros” do espaço – os UFOs – participaram de nossas conquistas em praticamente todas as missões espaciais realizadas até hoje. Ainda assim, a alegação oficial do governo norte-americano – e do soviético – sempre foi a mesma: não existe nenhum indício seguro da existência de seres extraterrestres e os astronautas nada viram desse gênero em suas viagens entre a Terra e a Lua. E quase todos os astronautas parecem ter a mesma resposta na ponta da língua: negam veementemente que tenham visto alguma coisa enquanto estavam no espaço.

Será verdade? Em uma conferência realizada em março de 1996, o astronauta Allan Bean disse à imprensa: “Não é verdade. Ninguém, principalmente eu e o Peter Conrad, que esteve comigo o tempo todo, vimos qualquer coisa que fosse extraterrestre”. E foi completado pelo porta-voz da NASA, Brian Welch: “Tudo que encontramos, nós mostramos ao público”. No dia 29 de dezembro de 1986, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, disse ao pesquisador inglês Timothy Good que, “durante a missão Apollo 11, não vimos, encontramos ou relatamos quaisquer objetos que não fossem de origem terrestre. Todas as observações feitas lá foram divulgadas ao público”. A maioria dos astronautas parece muito bem treinada para negar qualquer fato que, por ventura, tenha presenciado. Mas nem todos têm essa postura.

Por anos a fio persistem rumores de que astronautas – além de muitos militares envolvidos nos programas espaciais – foram proibidos de falar sobre esses contatos. Foram instruídos a dizer que nada tinham visto além do normal. Mas em algumas transcrições de conversas entre os astronautas da mesma Apollo 11, Armstrong, Aldrin e Collins, eles relataram um encontro com um UFO cilíndrico pouco antes de chegarem à Lua. Aldrin teria dito: “Foi a primeira coisa estranha que vimos quando estávamos bem próximos da Lua. Aquilo tinha um tamanho gigantesco…” Já Aldrin falou que eles pensaram que o objeto fosse o Saturn 4, o foguete de combustível da nave, mas completou que isso seria impossível. “Nós entramos em contato com a base e nos disseram que o Saturn estava a 9 km de distância de nós”. Aldrin também descreveu o objeto como sendo cilíndrico, enquanto Armstrong dissera que era, na verdade, uma espécie de dois anéis ligados.

Collins, por sua vez, comparou-o a um cilindro oco, e completou: “Era oco, mas quando você mudava o foco do sextante, ele se parecia com um livro aberto de frente. Era algo muito estranho”. E existem rumores e registros de contatos de naves extraterrestres com nossos pilotos e astronautas, mesmo antes das missões Apollo existirem.

Oficialmente, foi Joseph Walker, um piloto de testes da NASA, o primeiro a anunciar seu avistamento, dizendo que 1962, a bordo do avião experimental X-15, filmou nada mais, nada menos do que cinco objetos cilíndricos e outros discoides. Em julho de 1962, o major Robert White, outro piloto de testes, relatou um incidente envolvendo seu avião e uma formação de UFOs, acontecido a mais de 14.000 m de altitude. A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) recusou-se a divulgar qualquer parte das filmagens e fotos que os pilotos fizeram das naves inusitadas. Mas em abril de 1964, dois radares do Centro de Comando Espacial, em Houston, Texas, observaram naves extraterrestres seguindo uma cápsula do programa Gemini. Isso passou a ser rotina nos voos espaciais, e os acompanhamentos também aconteciam aos soviéticos, como se ficou sabendo posteriormente.

Em 1965, o Escritório Federal de Informação (FBI) recebeu informações confidenciais de que uma pessoa de dentro da NASA estaria vazando informações secretas para dois ufólogos da cidade de Pittsburgh. Isso era considerado traição e da maior gravidade. Segundo o arquivo do FBI, “a fonte acreditava que o informante tinha acesso a documentos confidenciais, além de ter assistido a um filme mostrando a separação de um míssil e um UFO. O informante teria dito mais tarde que se tratava do voo da Gemini 4 e que eles teriam aparelhos dentro da nave para detectar UFOs”. Segundo documentos secretos do Escritório Federal, a própria NASA estava e ainda está mantendo em segredo filmagens de UFOs feitas principalmente por James McDivitt, piloto da Gemini 4. Esta gravação foi confirmada por meio das conversas do astronauta com a base em Houston. No dia 04 de dezembro de 1965, os astronautas Borman e Lovell, da Gemini 7, também tiveram a seguinte conversa com a estação de controle:

Controle da Missão: “Aqui é Houston. Diga novamente o que está vendo, Sete”.

Gemini 7: “Nós temos um boggey (Ponto fantasma) na posição 10 horas”.

Controle da Missão: “Gemini 7, isto é algum foguete ou um avistamento? “

Gemini 7: “Nós temos vários deles aqui. Parecem com destroços, mas são um avistamento real”.

Controle da Missão: “Pode estimar a distância ou tamanho?”

Gemini 7: “Agora também estamos vendo os nossos foguetes”.

No dia 12 de setembro de 1966, os astronautas de outra missão Gemini, Richard Gordon e Charles Conrad relataram que sua nave também estava sendo acompanhada por um UFO a cerca de 10 km de distância. E assim os fatos se sucediam. Após as missões Gemini, surgiram as missões Apollo, que atingiram o seu objetivo no dia 20 de julho de 1969. Embora seja afirmado que nada de estranho fora relatado pelos astronautas, há fortes evidências de que a tripulação não estava sozinha na Lua. Em dado momento da alunissagem (Pouso na Lua), os astronautas da Apollo 11 transmitem à estação de controle, em Houston: “O que era aquilo? É só o que quero saber. Esses ‘bebês’ são enormes, senhor… Oh, Deus, vocês não acreditariam”. Os controladores de voo em terra ficaram preocupados e queriam saber do que se tratava. “O que está acontecendo aí em acima?”

Os astronautas a bordo do módulo lunar da Apollo 11 restringiram-se a dizer, solenes: “Eles estão aqui, sobre a superfície. Temos visitantes. ‘Eles’ estão aqui… Há outra espaçonave lá fora e ela está alinhada com a borda de uma cratera”. Assim está provado que a chegada do homem à Lua não passou despercebida de nossos eternos visitantes.

Entretanto, a evidência para comprovar a veracidade desse evento ainda está escondida do público. Otto Binder, ex-funcionário da NASA, afirmou que essa conversa foi captada por radioamadores que conseguiram acessar um canal confidencial. Neil Armstrong nega que ela tenha acontecido até hoje. Mas dois astronautas, que foram contra as ordens de seus superiores para calarem-se, Edgard Mitchell e Gordon Cooper, confirmam os fatos acima narrados. No programa de tevê de Oprah Winfrey, de 19 de julho de 1991, Mitchell alfinetou a agência espacial dizendo que todas as informações relacionadas aos UFOs ainda não foram liberadas, mas deviam. “Eu acredito que exista muito mais coisa a se dizer sobre os extraterrestres do que a NASA tem assumido publicamente. Mas isso é uma longa história, que vem desde a Segunda Guerra Mundial, quanto tudo aquilo aconteceu e acobertaram os fatos”.

No programa Dateline, da rede de tevê NBC, em 1996, Mitchell foi ainda mais fundo em suas insinuações, dizendo que “eu não tive um avistamento apenas, mas tive a oportunidade de conhecer pessoas de três países diferentes que, na execução do seu trabalho no espaço, contataram seres extraterrestres”. Quando foi perguntado se ele achava que seres extraterrestres estariam, de fato, visitando a Terra, respondeu afirmativamente. “Pelas experiências que tive e evidências que vi, sim. Mas muito disso está sendo acobertado pelo governo”.

Já Cooper, que se aposentou como coronel da Força Aérea Norte-Americana (USAF) em 1970, foi ainda mais eloquente. Em 1978, durante uma conferência nas Nações Unidas sobre o Fenômeno UFO, ele enviou uma carta ao então secretário-geral, que foi lida em plenário. Nela, Cooper dizia que acreditava que seres extraterrestres estavam visitando nosso planeta regularmente e que, obviamente, eram mais avançados do que nós. Também naquele ano, Cooper escreveu uma carta para o embaixador de Granada na ONU, pedindo que o órgão iniciasse um estudo sério sobre o assunto. Nesta carta, o coronel afirmou que astronautas estavam muito relutantes em discutir o assunto porque poderiam ter suas vidas destruídas e relegadas ao ridículo.

Como já vimos, Otto Binder afirmou que a conversa entre os astronautas da Apollo 11 e o Controle da Missão foi captada por radioamadores. Entretanto, uma variação de sua história foi repetida no livro Nossos Ancestrais vêm do Espaço, de Maurice Chatelain, que foi, entre outras coisas, “preparador emocional” dos astronautas norte-americanos antes de suas viagens ao espaço. Em seu livro, Chatelain escreveu que, “quando a Apollo 11 pousou no Mar da Tranquilidade (uma planície lunar), e somente alguns minutos antes de Armstrong colocar seus pés no solo, dois UFOs apareceram sobre o módulo lunar”.

O autor, que teve acesso às informações, garante que os astronautas não estavam apenas limitados aos seus controles e equipamentos. “Eles viram ‘coisas’ durante suas missões que não poderiam ser discutidas por pessoas de fora da NASA. É muito difícil conseguir qualquer informação específica da agência sobre isso, que ainda hoje tem um controle muito forte das informações”.

É impossível desmentir Chatelain, pois suas credenciais são inabaláveis. Ele sabe exatamente o que está falando, já que esteve a cargo da construção e operacionalidade do sistema de comunicação e processamento dos dados da Apollo 11. E atiçando ainda mais os rumores sobre os encontros de UFOs e astronautas, temos ainda sua afirmação de que “parece que os voos da Apollo e da Gemini foram seguidos a distância e, algumas vezes, até bem próximos, por veículos espaciais de origem extraterrestre, UFOs ou discos voadores – como se preferir chamá-los”.

Ele afirmou em seu livro que, toda vez que isso acontecia, os astronautas informavam o fato à estação de controle, geralmente em Houston, que os ordenava silêncio absoluto. Chatelain foi ainda mais longe ao garantir que a Apollo 13 carregava uma pequena carga nuclear para ser jogada na Lua, para testes sísmicos. “Mas que eles foram impedidos de fazê-lo por um UFO que estaria protegendo sua base alienígena em nosso satélite natural”.

Mais evidências de que a NASA esconde informações do público vieram com a atuação do deputado norte-americano Howard Wolpe, de Michigan, que no início dos Anos 90 relatou que uma investigação do congresso havia descoberto um documento de duas páginas de instruções da NASA alertando seus funcionários sobre como evitar revelar informações controversas. Neste documento era instruído aos funcionários que reescrevessem e até mesmo destruíssem documentos para minimizar impactos adversos, misturar documentos e camuflar caligrafias para torná-los “menos interessantes”.

“A agência não só tem a capacidade de esconder informações como fez isso durante muito tempo”, declarou Garry Henderson, pesquisador da empresa General Dynamics, que trabalhou para a NASA durante décadas. Ele também disse que os astronautas estão sob ordens restritas para não falar sobre seus avistamentos. Mas um deles, que também desafiou essas ordens mais recentemente, é Brian O’Leary, cientista e astronauta do programa da Apollo. Segundo O’Leary, durante o final da década de 60, quando ainda era astronauta, não podia falar sobre qualquer avistamento dele e de seus colegas. Mas hoje dá conferências ao redor do mundo sobre espiritualidade, nas quais discorre abertamente sobre esses fatos.

Apesar de tudo isso, a mais interessante informação de que a NASA tem fortes evidências da presença alienígena em órbita da Terra veio da própria agência. É um filme feito pelo ônibus espacial Discovery, em 1991. No dia 15 de setembro daquele ano, o mundo todo assistiu uma câmera da Discovery filmar a curvatura da Terra durante a missão STS-48. Donald Ratsch, um astrônomo de Maryland, vendo a fita em alta resolução, espantou-se ao descobrir o que pareciam ser objetos se movimentado no espaço, a quilômetros de distância da nave. Logo a fita já estaria nas mãos dos ufólogos. Nela, vários objetos brilhantes são vistos movendo-se em velocidades diversas. Um deles parece sair da atmosfera terrestre e depois voar paralelamente à curvatura da Terra, até que um flash foi filmado pela câmera do Space Shuttle. Neste momento, o objeto muda de direção abruptamente, fazendo quase uma volta de 120 graus e acelerando para o espaço.

Com essa fita vindo a público, a NASA teve que se manifestar. Um porta-voz disse que se tratava de cristais de gelo refletindo a luz do Sol. Mas, convenhamos, cristais de gelo acelerando no espaço? Saindo da atmosfera terrestre? É difícil de engolir. No entanto, estes fatos aconteciam também atrás da Cortina de Ferro. Como sabemos não foi somente os Estados Unidos quem enviaram homens ao espaço, a antiga União Soviética também teve seus astronautas mantendo contatos com UFOs no espaço. E são muitos. Um deles chega a ser fantástico.

Ele se deu quando a ex-URSS enviou o primeiro ser vivo ao espaço. Foi a cadelinha Laika, e desde então tivemos a presença de naves extraterrestres acompanhando nossos primeiros passos em busca da conquista do Cosmos. Em uma fotografia feita pelo astrônomo Luis Corrales, vê-se uma linha reta traçada pelo Sputnik 2, que transportava a Laika, e ao seu lado uma segunda linha paralela, que ora aproximava-se, ora se distanciava da nave russa.

O primeiro homem a viajar no espaço, Yuri Gagarin, observou luzes ao redor de sua cápsula. A bordo da Vostok 2, Titov avistou também vários objetos luminosos seguindo sua nave. E sempre foi assim: russos e norte-americanos no espaço, alienígenas observando-os cuidadosamente. Os voos da Vostok 5 e 6 também foram seguidos.

O astronauta Valeri Bykovski informou ainda que um objeto voador não identificado passou sobre a sua nave à pequena distância. Valentina Tereshkova, a primeira mulher a ir ao espaço, estava a bordo da Vostok 6 quando informou ao controle de terra que um objeto estava fazendo acrobacias ao seu lado. A tripulação da Voskhod 2, Pavel Balyayev e Alex Leonov, também informaram que estavam sendo circundados por vários objetos em forma de disco, que voavam a grande velocidade.

Mas o contato mais incrível já realizado pelos cosmonautas soviéticos ocorreu quando a espaçonave Soyuz T-4 foi colocada em órbita, no dia 12 de março de 1981, tendo o comandante Vladimir Kovalenok e o engenheiro de voo Viktor Savinykh como piloto. No dia 13 de março, eles acoplaram com a Salyut 6, a segunda geração de plataformas soviéticas. Kovalenok e Savinykh tinham como missão especial confirmar as descobertas feitas pelas tripulações das segunda, terceira e quarta expedições anteriores. Em um dia de maio, a tripulação teve estranhos contatos no sudeste da Austrália. Vários estranhos fenômenos foram relatados a bordo da Salyut 6, em 1978, mas o mais estranho ainda estava por vir.

Em 05 de maio de 1981, às 18h00, Kovalenok e Savinykh observaram um estranho objeto voador do lado de fora de sua cápsula. Primeiramente, o UFO estava a cerca de 800 m de distância da nave soviética, mas então se aproximou e ficou a menos de 400 m. Os cosmonautas puderam então ver três seres de pele marrom, com grandes olhos azuis. Os alienígenas tinham nariz fino e sobrancelhas grossas. A uma distância de 150 m, os russos, que observaram e filmaram tudo cuidadosamente, acharam que os seres fossem robôs, pois suas expressões faciais permaneciam inalteradas. Em seguida, uma troca de informações teve início.

No passado quisemos conhecer a Lua. Chegamos até ela. Mas não estávamos sós desde a nossa primeira nave enviada ao espaço. Agora estamos planejando levar seres humanos a Marte. Já mandamos sondas e satélites para o Planeta Vermelho. E elas sempre foram acompanhadas de maneira relativamente hostil, como ocorreu com as Phobos 1 e 2, que simplesmente sumiram.

O que realmente aconteceu na superfície da Lua?

“Esses ‘bebês’ são enormes. Enormes! Vocês não acreditariam nisso. Estou lhe dizendo que há outras espaçonaves lá fora e elas estão alinhadas na borda de uma cratera. Estão na Lua nos esperando!” Estas palavras, ditas por Neil Armstrong ao pisar na Lua, foram captadas por centenas de radioamadores no mundo todo naquele 20 de julho de 1969. O homem finalmente concretizava um de seus maiores sonhos: chegar ao nosso satélite. Mas não fomos os primeiros nem os únicos a fazer isso. Ainda assim, mesmo com várias fotografias de objetos voadores não identificados tiradas na superfície lunar e próximas a ela, a NASA continua negando o fato.

De acordo com relatos não oficiais, tanto Armstrong quanto Michael Aldrin viram UFOs logo após a alunissagem. Timothy Good, autor do livro Above Top Secret, relata que um astronauta chegou a confidenciar ter visto uma luz misteriosa perto de uma cratera lunar. Maurice Chatelain, ex-especialista de comunicações da NASA e responsável pelo treino dos homens que foram ao espaço, afirmava que Armstrong viu dois UFOs. Entretanto, coube aos cientistas soviéticos falarem abertamente sobre o incidente, dizendo que o astronauta norte-americano confirmara que de fato dois enormes objetos observavam a Apollo 11 no momento da aterrissagem.

A agência espacial norte-americana correu para desmentir os soviéticos e sua mensagem foi censurada. O porta-voz do órgão à época, John McLeaish, negou o fato, mas admitiu que a transmissão de voz de Armstrong demorava um pouco para chegar à Terra devido a um processo eletrônico. Já Chatelain afirmou que as transmissões da Apollo 11 eram interrompidas várias vezes para que a NASA tivesse condições de esconder as notícias do público, censurando as falas. Disse também que os astronautas tinham um código secreto para informar ao controle da missão quando avistavam algo incomum.

O cientista garantiu ainda que os voos da Apollo e os da Gemini foram todos seguidos por UFOs, muitas vezes bem próximos. “A ideia de que a NASA estaria escondendo algo do público é absurda. Não somente dúzias de astronautas teriam que jurar não divulgar nada, mas centenas de engenheiros, técnicos, secretários”, explica Paul Lowman, ex-chefe do Centro Espacial Goddard, da NASA, encarregado de apagar o fogo ateado por Chatelain e outros descontentes com a política de sigilo. Mas o que acontece realmente é que nem todas as comunicações entre os astronautas e o controle da missão foram conhecidas do público.

Os rumores sobre a Apollo 11 ainda persistem até hoje. Algumas fontes secretas garantem, inclusive, que havia seres alienígenas na superfície da Lua quando o Eagle pousou, e que Armstrong teria recebido ordens de Houston para não sair do módulo. Ao desobedecê-las, movido por sua curiosidade, foi desligado do programa espacial. Outras fontes insuspeitas disseram que o astronauta afirmou que as naves alienígenas pousadas na Lua eram muito superiores às terrestres, em tecnologia e tamanho. No entanto, oficialmente, Armstrong desmente tudo.

Mais recentemente, em 22 de agosto de 1996, os jornais Daily Mirror e Bild Zeitung divulgaram uma série de impressionantes fotografias que teriam vazado dos arquivos secretos da NASA. Eram fotos de objetos voadores não identificados descobertas pelo ex-funcionário da agência Richard Hoagland. Ele declara abertamente que o órgão está ocultando informações sobre a descoberta de possíveis estruturas artificiais na Lua e em Marte, razão pela qual não goza de muito prestígio no meio científico dos EUA.

Hoagland afirma também que durante toda sua missão Apollo os UFOs seguiram a nave, tendo se aproximado da mesma pouco tempo depois dela sair do campo gravitacional da Terra. “O que poderia ser aquilo nós nunca descobrimos, mas tal objeto nos acompanhou por várias horas e depois desapareceu”, garantiu Armstrong ao ser confrontado com tais informações. Estas questões colocam ainda mais interrogações na questão da exploração lunar. Uma delas diz respeito às razões que fizeram os EUA e a extinta URSS simplesmente desistirem de realizar uma continuada investigação deste satélite após terem gastos, juntos, mais de 200 bilhões de dólares em projetos.

Hoje se fala em examinar Marte, mas para quê? Não seria mais barato para a NASA criar um programa de colonização da Lua ao invés do Planeta Vermelho? Ou será que nosso satélite natural já está “ocupado” por algum outro “inquilino” que não quer desocupá-lo? Enfim, depois de 30 anos de homem na Lua, inúmeras perguntas ainda estão sem respostas. E muitas outras surgirão!

Os registros de UFOs nas missões espaciais

12 de Abril de 1961 – O soviético Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar no espaço, avistou inúmeros objetos luminosos ao redor de sua cápsula.

07 de Agosto de 1961 – O major soviético Gherman Titov filmou vários objetos não identificados enquanto estava em órbita. “Eles pareciam que estavam dançando em volta da cápsula”.

20 de Fevereiro de 1962 – A bordo da cápsula espacial Mercury, o astronauta norte-americano John Glenn comunicou à base que estava vendo uma grande bola de fogo que o seguia enquanto orbitava nosso planeta.

11 de Maio de 1962 – O piloto da NASA, Joseph A.Walker, afirma que uma das suas tarefas era detectar UFOs. Ele chegou a filmar entre cinco e seis objetos no mês de abril do mesmo ano. Os filmes nunca se tornaram públicos.

24 de Maio de 1962 – O astronauta Scott Carpenter, a bordo da Mercury 7, informou ao comando terrestre o avistamento de objetos desconhecidos com diversas formas e dimensões, que fotografou.

17 de Julho de 1962 – O major Robert Whine, piloto de testes, reportou uma formação de UFOs. “Não tive ideia do que poderia ser aquilo. Eram acinzentados e estavam a 10 ou 20 m de distância”.

15 de Maio de 1963 – Um dos astronautas das missões Mercury, Gordon Cooper, declarou à estação de rastreamento que estava vendo um objeto esverdeado e brilhante, que se aproximava da cápsula. O UFO foi detectado pelo radar.

16 de Junho de 1963 – A primeira mulher a realizar uma viagem espacial, a soviética Valentina Tereshkova, informou ao controle de terra que havia um objeto fazendo acrobacias ao lado de sua nave, a Vostok 6.

Abril 1964 – O equipamento da espaçonave Gemini 1, em órbita da Terra, localizou por meio de radar a presença de quatro objetos em alta velocidade.

18 de Março de 1965 – A tripulação da Voskhod 2 informou que foram seguidos por diversos objetos discoides, que voavam em alta velocidade.

Junho de 1965 – A bordo da Gemini 4, a tripulação formada por Edward White e James A. McDivitt avistou um objeto não identificado em forma de charuto, com protuberâncias laterais semelhantes a braços. O UFO foi documentado com filmagens e fotos.

04 de Dezembro de 1965 – A bordo da Gemini 7, Frank Borman e James Lovell comunicaram à base de Houston o avistamento de um UFO. O objeto se parecia com destroços, mas a tripulação garante que foi um avistamento real.

Julho 1966 – O Astronauta Mick Collins, na Gemini 10, declarou ter visto e fotografado discos voadores aproximando-se de sua cápsula.

12 de Setembro de 1966 – Na Gemini 11, os astronautas Richard Gordon e Charles Conrad foram acompanhados por um UFO a cerca de 10 km de distância.

1968 – O Piloto Walter Schirra, a bordo da Mercury 8, foi o primeiro astronauta a usar o termo Papai Noel para indicar a presença de UFOs próximos das espaçonaves. Quando o também piloto James Lovell usou a frase “por favor, estejam informados de que Papai Noel existe”, era o Natal de 1968 e poucas pessoas perceberam o sentido oculto da declaração.

Dezembro de 1968 – Durante a missão Apollo 8, enquanto um objeto de forma discoide aproximava-se da nave, os instrumentos de bordo pararam de funcionar. Quando o UFO se distanciou, tudo retornou ao normal.

Julho 1969 – Durante o primeiro desembarque sobre a Lua, os astronautas da Apollo 11 indagaram à base de Houston algo que foi ouvido por milhões de pessoas em todo o mundo: “Estaremos seguros se não nos comunicarmos com eles?. Quem eram eles?”

20 de julho de 1969 – Quando chegou à Lua, a tripulação da espaçonave Apollo 11 informou a presença de “criaturas” na superfície do satélite. “Temos visitantes. Eles estão aqui”.

Novembro 1969 – Em meio à missão Apollo 12, o piloto Charles Conrad afirmou: “Avistamos um objeto que estava estático com relação a nós e parece rolar sobre si mesmo. Nós já o vimos ontem e parece que busca contato conosco”.

11 de Abril de 1970 – A espaçonave Apollo 13 foi obrigada a abortar a missão depois que os tripulantes avisaram que estavam sendo seguidos por um objeto voador não identificado. Momentos depois, uma explosão ocorreu e obrigou a espaçonave a retornar à Terra.

1973 – Eugene Ceman foi o comandante da missão Apollo 17, a última espaçonave a ser enviada à Lua. Em um artigo do jornal Los Angeles Times, em 1973, ele responde sobre seus avistamentos. “Tenho sido perguntado sobre UFOs e tenho dito publicamente que acho que são de alguma outra civilização”.

01 de Julho de 1973 – Gordon Cooper declarou: “Creio que os UFOs são guiados por seres inteligentes e visitam o nosso planeta há milhões de anos”.

28 de Novembro de 1973 – O astronauta John Young afirmou que “Tudo leva a crer que os UFOs existam realmente”.

20 de Setembro de 1977 – A nave russa Kosmos decolou do Cosmódromo de Plesetsk, às 03h58, e foi seguida por um UFO de aspecto gelatinoso, que se movia lentamente no céu.

1979 – Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou que o astronauta Neil Armstrong de fato relatou ter visto dois UFOs em uma cratera. “Todos os voos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre”. Segundo Chatelain, depois que os astronautas informaram os fatos ao controle da missão, receberam ordens de silêncio absoluto.

Abril de 1979 – O cosmonauta russo Victor Afanasyev viu um UFO ir em direção de sua nave, logo após o lançamento. “O objeto tinha 40 m de comprimento, era largo de um lado e estreito de outro, com aberturas internas. Algumas partes tinham projeções como pequenas asas, mas ele permaneceu muito perto de nós. Nós o fotografamos e descobrimos que estava a aproximadamente 25 m de distância”.

14 de Julho de 1980 – No lançamento do satélite de alerta Kosmos 1188, na Rússia Central, uma revoada de UFOs foi avistada por diversas testemunhas em todo o país e no leste Europeu.

05 de Maio de 1981 – A tripulação da espaçonave Soyuz T-4 observa e inicia uma troca de informações com os passageiros de um UFO.

14 de Março de 1984 – James Buchli, médico de bordo da missão Space Shuttle STS-29 avisa atônito ao controle em terra: “Houston, aqui é a Discovery. Temos uma astronave alienígena sob observação”.

Novembro de 1984 – A câmera de bordo da missão Space Shuttle registrou a imagem de uma esfera de metal realizando uma manobra inteligente.

1985 – O astronauta Dick Slayton alegou que falaria tudo o que acontecia nos programas espaciais norte-americanos, incluindo suas experiências com os discos voadores. Foi silenciado antes disso…

15 de Setembro de 1991 – Durante a missão Space Shuttle STS-48 é feito um vídeo de alta resolução com UFOs voando em semicírculos.

16 de Setembro de 1991 – Ainda na mesma missão, os astronautas da Space Shuttle STS-48 observavam o Oceano Índico quando um objeto cortou o céu em grande velocidade.

Novembro de 1992 – O ex-colaborador da NASA Bob Oeschler falou que muitos dos vídeos realizados durantes as missões espaciais são previamente censurados antes da apresentação pública.

17 de Outubro de 1993 – Na missão Space Shuttle STS-58, diversos UFOs são avistados sobre a Flórida. Duas esferas cruzam o trajeto do ônibus espacial.

21 de Outubro de 1995 – Na missão Space Shuttle STS-73, a astronauta Catherine Coleman informou à base terrestre em Houston que tinham à sua frente “um grande objeto voador não identificado”.

1996 – Numa transmissão nacional da rede norte-americana de televisão NBC, o astronauta Edgard Mitchell afirmou que não teve apenas um avistamento e que conhece pessoas de três diferentes países que mantiveram contatos com seres extraterrestres no espaço.

Maio de 1997 – O astronauta Michael Foe foi enviado a bordo da estação espacial Mir, para completar suas investigações científicas junto aos cosmonautas russos. Um vídeo feito a bordo mostra luzes brancas pulsando ao redor da nave.

MATÉRIA PUBLICADA NA REVISTA UFO Nº 83 – DEZ/2002

Para saber mais: https://loja.ufo.com.br/produto/ufos-no-espaco-e-na-lua/1350

 

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